
Petição em prol de uma mais rápida implementação do Acordo Ortográfico, uma iniciativa do Movimento Internacional Lusófono.
Endereço electrónico: www.gopetition.com/online/17740.html
O Movimento Internacional Lusófono apresenta-se como um «movimento cultural e cívico recentemente criado» cuja comissão coordenadora é presidida por Paulo Borges, professor da Universidade de Lisboa e presidente da Associação Agostinho da Silva.
Para os promotores da petição, a proposta de resolução do Protocolo Modificativo do Acordo Ortográfico, aprovada em Conselho de Ministros em Março, «pretende consagrar um período demasiado longo para a entrada em vigor do Acordo – seis anos».
«Recordamos que a grande reforma ortográfica de 1911 teve um período legal de adaptação de três anos, numa época em que não havia a tecnologia que há hoje», sublinha o texto da petição.
«A recente iniciativa de uma editora, com o lançamento de Dicionários de Língua Portuguesa já obedecendo às regras do Acordo Ortográfico, bem como a posição de várias entidades, entre as quais a Universidade Lusófona – que pretende editar as suas 14 revistas com a nova ortografia até final de 2008 – demonstram que podemos ambicionar um período de transição mais curto», lê-se no documento.
Assim – e dado que a proposta de resolução ainda será apreciada em sede parlamentar – os proponentes exortam a Assembleia da República a «aprovar um período legal de adaptação de três anos, no máximo».
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LUDOVICUS
Realmente polêmico esse tema,principalmente para as pessoas que temem o novo. Estava lendo um artigo do Pedro Petrazzo Júnior que é Psicólogo, especialista em Psicopedagogia e Professor de Português, aqui no Brasil, emitiu a sua opinião sobre o acordo ortográfico da Língua Portuguesa, citando uma estrofe de um soneto de Luís de Camões, em que diz:
“Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades
Muda-se o ser, muda-se a confiança
Todo mundo é composto de mudança
Tomando sempre novas qualidades”.
A partir dessa estrofe, Pedro considera importante para a evolução do homem todo e qualquer tipo de mudança, seja na vida ou na escrita, se ela existe é porque de alguma forma se faz necessária para o progresso.
Pedro ressalta que o próprio termo “mudança” mexe com nossas esferas comportamentais, pois tudo o que se diz “novo”, nos incomoda e provoca conflitos, até mesmo porque o velho é conhecido e nos dá uma “falsa” segurança.
Quanto à apresentação do acordo ortográfico ,o educador, Pedro ressalta que os alunos de hoje, estão mais acostumados às mudanças, pois se adaptam facilmente a elas, não se assustam.
A nova geração é rápida às transformações e dinâmica. Então, com certeza não haverá problemas ou dificuldades em apresentar aos alunos o acordo ortográfico, finalizou Pedro.
Um abraço!
Ludo, Miguito!
Não quero pronunciar-me sobre esse período de implementação do acordo ortográfico embora me pareça que 6 anos possa ser excessivamente longo. Apesar das novas tecnologias e dos correctores aplicados aos programas de escrita, a leitura parece estar arredada dos jovens pelo que um período de três anos pode ser curto. E o erro tem se ser penalizado imediatamente após esse tempo.
Beijinhossss
Já manifestei a minha opinião na postagem anterior.
Um abraço fraterno
António
Pois é. Não sou o Velho do Restelo mas não gosto de navegar nas Caravelas do Futuro que me apresentam de exterminar a lingua portuguesa. Daqui se depreende que SOU CONTRA O NOVO ACORDO ORTOGRAFICO.
A lingua portuguesa é o ultimo reduto que nos resta depois de terem destruido a agricultura, as pescas e as industrias portuguesas.
Não alinho no que posso defender não usarei as novas regras mesmo que me chamem obtusa a minha lingua tem origem no latim e não no Afrobrasileiro.
Se alguém não entende ou precisa de ajustar a escrita não será a lingua mãe mas as suas derivadas.
Assinei a petição contra o novo acordo e voltarei a assinar se for preciso.